Prazo para emissão de certificado da Code termina em setembro

Os participantes da 3ª Conferência do Desenvolvimento (Code/Ipea), evento que foi realizado simultaneamente à 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional (CNDR), do Ministério da Integração Nacional, de 18 a 22 de março de 2013, têm até o dia 27 de setembro para obter seus certificados. Eles estão disponíveis para acesso e impressão no site da Code. Para acessá-los é necessário ter em mãos a senha enviada, por e-mail, no ato da inscrição.

As conferências reuniram cerca de 3 mil pessoas no Centro de Eventos Brasil 21, em Brasília, para um amplo debate sobre o desenvolvimento regional, que contou com representantes de todas as unidades da Federação. Mais uma vez o público teve a oportunidade de discutir os principais temas relacionados ao desenvolvimento do Brasil em atividades que incluíram painéis, mesas e minicursos.

As etapas estaduais da CNDR também ocorreram em parceria com a Code/Ipea, no final de 2012. Essa aliança foi resultado de um Acordo de Cooperação Técnica firmado no ano passado entre o Ministério e o Instituto.

As duas primeiras edições nacionais da Conferência do Desenvolvimento ocorreram em 2010 e 2011, ambas também em Brasília. O evento foi concebido como uma oportunidade para que o público em geral – e não apenas acadêmicos e especialistas – possa conhecer e discutir temas abordados em estudos e publicações do Ipea.

Certificados de participação na Code estão disponíveis

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Estão disponíveis para acesso e impressão os certificados de participação da 3ª Conferência do Desenvolvimento (Code/Ipea), evento que foi realizado simultaneamente à 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional (CNDR), do Ministério da Integração Nacional, de 18 a 22 de março de 2013. As conferências reuniram cerca de 3 mil pessoas no Centro de Eventos Brasil 21, em Brasília, para um amplo debate sobre o desenvolvimento regional, que contou com representantes de todas as Unidades da Federação. Para acessar seu certificado, tenha em mãos a senha de inscrição na conferência (enviada por e-mail no ato da inscrição) e clique aqui.

As duas primeiras edições nacionais da Conferência do Desenvolvimento ocorreram em 2010 e 2011, ambas também em Brasília. O evento foi concebido como uma oportunidade para que o público em geral – e não apenas acadêmicos e especialistas – possa conhecer e discutir temas abordados em estudos e publicações do Ipea. Para mais informações sobre a conferência, entre em contato conosco pelo e-mail code@ipea.gov.br.

3º Code teve como tema central o Desenvolvimento Regional

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realizou nos dias 19, 20 e 21 de março a 3ª Conferência do Desenvolvimento (Code). Neste ano, o evento ocorreu simultaneamente à Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional (CNDR), por meio de uma parceria com o Ministério da Integração Nacional. O Presidente do Ipea, Marcelo Neri, destacou que a Code/CNDR coroou o esforço dos dois órgãos de criar um espaço de discussão que congregasse autoridades e representantes sociais das 27 unidades da Federação.

Federalismo em pauta

Uma das mesas da 3ª Code/Ipea explorou o tema do Federalismo no Brasil, suas questões e avanços. Recentemente, o Ipea lançou um livro sobre o assunto, intitulado Federalismo à Brasileira. Dois dos organizadores, Constantino Mendes e Antônio Lassance, ambos técnico do Instituto, participaram da discussão, realizada no último dia da Conferência (21/03). Outro debatedor foi o secretário-executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE/PR), Roger Leal.

Leia o livro Federalismo à Brasileira

Apresentação de Constantino Cronemberger Mendes, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea

Apresentação de Antonio Lassance, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea

Apresentação de Roger Leal, secretário-executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República

Publicação lançada na Code traçou perfil da agricultura brasileira

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou uma série de relatórios sobre a agropecuária no Brasil. O lançamento ocorreu durante a 3ª Conferência do Desenvolvimento (Code/Ipea). As pesquisas trazem um panorama do setor no país, com base nos resultados do Censo Agropecuário 2006. Um dos textos revela que, entre os censos de 1995 e 2006, a criação de bovinos e a produção de grãos foram as atividades que registraram maiores taxas de crescimento de ocupação na Amazônia brasileira.

Veja mais informações sobre os relatórios

Apresentação de Sergio Schneider, coordenador da pesquisa “Análise Multidimensional dos Dados do Novo Censo Agropecuário 2006”

Apresentação de Caio Galvão de França, Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)

Apresentação de Joacir Rufino de Aquino, professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)

Apresentação de Antônio Joao Castrillon Fernandez, pesquisador do projeto “Caracterização e Análise da Dinâmica da Produção Agropecuária na Amazônia Brasileira”

Vídeo: Assista a íntegra da apresentação

Sistema Nacional de Inovação é debatido na Code

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Flavia Schmidt, do Ipea: “Desenvolvimento tecnológico de um país necessita de sistemas de inovação capazes de responder às demandas das empresas, do governo e da sociedade”

“Um dos fatores categóricos para o desenvolvimento tecnológico de um país é a existência de um sistema nacional de inovação capaz de responder às demandas das empresas, do governo e da sociedade por conhecimento, tecnologia e inovações”, defendeu a técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea Flavia Schmidt, durante mesa de debate na 3° Conferência do Desenvolvimento, realizada nesta semana, em Brasília.

Flávia observou que, apesar de a produção tecnológica ter avançado no Brasil, ainda está estagnada comparada com o resto do mundo. De acordo com a técnica, as instituições de pesquisa do MCTI, atores estratégicos do sistema nacional de CT&I, dão uma contribuição fundamental para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, mas a sociedade e o governo conhecem pouco sobre as características e competências de cada uma dessas instituições.

“Não há reconhecimento da associação entre o desenvolvimento econômico e a produção cientifica e tecnológica”, complementou a diretora de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) do Ipea, Fernanda De Negri.

A última edição do Boletim Radar, publicação da Diset, reúne sete artigos que discutem o Sistema Nacional de Inovação e Infraestrutura de CT&I no Brasil. O boletim aponta que no país uma das prioridades da política de CT&I adotada na última década foi a recuperação, consolidação e ampliação da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica.

Com a criação dos fundos setoriais e a reestruturação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), o governo federal deu um novo impulso aos investimentos na infraestrutura física e laboratorial, bem como na compra de equipamentos para universidades, institutos e centros públicos de pesquisa. Estes investimentos promoveram tanto projetos individuais como projetos coletivos de redes envolvendo universidades, centros de pesquisa e empresas. Existe uma grande aposta nos sistemas de inovação, com a ideia de unir as instituições e as universidades.

Confira o Boletim Radar n° 24

Apresentação de Fernanda De Negri, diretora de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura do Ipea

Apresentação de Flavia de Holanda Schmidt, técnica de planejamento e pesquisa do Ipea

Apresentação de Jose Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea

Atuação do Brasil em operações de paz é analisada durante debate da 3ª Code

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Publicação aborda atuação do país em missões de paz no exterior

Nesta quinta-feira, 22, a mesa O Brasil e as cooperações de paz em um mundo globalizado, coordenada pelo técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Rodrigo Fracalossi Mores, abordou os mecanismos e estratégias do país em missões no exterior que visam assegurar o controle de conflitos civis.

Kai Michael Kenkel, professor da PUC do Rio de Janeiro, destacou que o país demostra um comportamento clássico de nação potencial emergente em suas cooperações de paz.  Luciano Colares, tenente-coronel do Exército Brasileiro, ao comentar sobre a contribuição brasileira nas ações de paz do Timor Leste, afirmou que a Organização das Nações Unidas (ONU) depende do Timor Leste para que o sucesso da estabilização da operação de paz recupere sua identidade como o mais expressivo órgão mundial de manutenção dos Direitos Humanos, e o país precisa da ONU, para que sua regularização política, civil e de segurança sejam efetivadas.

De acordo com Carlos Chagas Vianna Braga, capitão-de-mar-e-guerra da Marinha do Brasil, a Carta das Nações Unidas não dá diretriz alguma sobre operações de paz. “Antigamente a guerra era vista como um instrumento legítimo, e na carta, a oposição entre positivo e negativo atribuída à guerra e paz foi definitiva, mas a Guerra Fria nos mostrou que essa visão não era tão simples assim, e nesse momento surgiram as operações de paz, que não usavam a força num primeiro momento”, explicou.

Posteriormente as missões começaram a ser mistas, fazendo a manutenção da paz e a sua imposição, em determinados casos, por meio do uso da força. “Até que ponto a força usada na proteção de civis é benéfica?”, indagou. Por mais nobres que sejam os objetivos, o uso da força, para o capitão, é sempre causadora de sofrimento humanitário. “Quanto mais força se usa, mais difícil é conseguir consentimento do país no qual se atua uma operação de paz”, afirmou.

Oliver Stuenkel, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo, também participou da mesa.

 Leia a publicação O Brasil e as cooperações de paz em um mundo globalizado

Apresentação de Carlos Chagas Vianna Braga, Capitão-de-Mar-e-Guerra (Marinha do Brasil)

Vídeo: Assista a íntegra da mesa


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